segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
sábado, 15 de dezembro de 2012
Hoje dia 15 de dezembro será a FESTA DE NATAL HERCOSUL!!!!
Dia 22 de dezembro será a FESTA DE NATAL PREMIER!!!!
VENHAMMM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! SERÃO MUITOS BRINDES E PETISCOS DISTRIBUÍDOS!!!!!!!!!!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Natal e Ano Novo

Época de comemorar, de festejar, de abusar das comidas deliciosas, mas lembre-se os cães e gatos não podem comer nem beber o mesmo que os humanos, por isso evite oferecer comidas temperadas, peru, maionese, champanhe, cerveja, etc ao seu mascote. Além de causar transtornos digestivos ao bichano, esses alimentos podem causar problemas mais graves, como alterações hepáticas e renais.


Muito cuidado também com os enfeites de natal, alguns cães podem brincar e acabar engolindo e causando "corpo estranho", as vezes sendo necessária até intervenção cirúrgica.Não podemos esquecer dos fogos de artifício, os animais possuem ouvidos mais sensíveis que os dos humanos, por isso "morrem de medo" de fogos de artifícios. Faça sua festa, aproveite mas não solte fogos, os cães e gatos agradecem!!!!
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Intoxicação por chocolate
quarta-feira, 18 de julho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
CINOMOSE
Médica Veterinária Homeopata - São Paulo
Apesar do inverno ainda não ter começado, o outono já está apresentando temperaturas mais baixas no sul e no sudeste do país há alguns dias, forçando as pessoas a tirarem da parte mais alta dos armários, os cobertores, casacos e cachecóis.
Há as pessoas que gostam e há as que se sentem incomodadas com o período mais frio do ano. O mesmo acontece com os animais de estimação, já que algumas espécies estão mais adaptadas ao inverno que outras. E assim como ocorre com os seres humanos, os pets também ficam mais vulneráveis a algumas doenças.
De acordo com a médica veterinária do Mascote Pet Shop, Drª Ana Flávia Ferreira, o período outono/inverno exige alguns cuidados para garantir a saúde dos animais de estimação. “A primeira medida é impedir que os pets fiquem expostos ao frio, o que evitará o aparecimento de doenças. A alimentação e a higienização também pedem atenção especial”, alerta.
Abrigando seu pet – A exposição ao frio é altamente prejudicial aos animais de estimação, principalmente os de pelo curto; pois são poucas as espécies de cães preparadas para resistir a temperaturas muito baixas, como São Bernardo, Akita, Husky Siberiano e Bernesse.
Para os animais que dormem fora de casa, no quintal, os proprietários devem adotar o uso de casinhas (que podem ser de madeira, plástico ou papel reciclado), que posicionadas de maneira oposta às correntes de ar, protegem muito do frio. Já os animais que dormem dentro de casa, podem ser acomodados em caminhas. Nos dois casos, o uso de colchonetes e de edredons disponíveis no mercado pet, são boas opções para aumentar a proteção e o aconchego dos bichos.
Roupas para cães – Não são meros caprichos dos proprietários e ajudam muito no aquecimento dos animais. Atualmente, as lojas especializadas oferecem uma infinidade de modelos confeccionados em moletom, soft, lã e algodão; mas a veterinária destaca: “há casos de animais que não se adaptam às roupas de lã ou de tecidos sintéticos, desenvolvendo coceiras ou manchas vermelhas pelo corpo. Nestas situações, o ideal é que o proprietário troque a roupa por uma de algodão ou soft, que causam menos irritação”.
Doenças comuns no inverno – Cães e gatos que estão com as vacinas em dia correm menos risco de ficar doentes.
No caso dos cães, as doenças mais comuns nessa época do ano são as viroses, como a traqueobronquite ou “tosse dos canis”, cujos sintomas lembram muito o resfriado humano, como febre, apatia, tosse, coriza e espirros.
Se não cuidadas, a doença pode evoluir para quadros mais graves, com infecções secundárias provocadas por bactérias, como a pneumonia. “Além das doenças respiratórias, animais idosos também podem apresentar sintomas osteoarticulares em função do frio, principalmente se já sofrem de artrose ou hérnia de disco, que provocam mais dores nesse período do ano”, explica Drª Ana Flávia Ferreira.
Alimentação – O ideal é aumentar em cerca de 20% a porção de alimento durante o inverno, pois o gasto energético é maior, tanto dos animais adultos, quanto dos filhotes. É válido lembrar que esse aumento só é indicado para animais que estão em forma. Veja aqui a quantidade ideal de ração para seu cão. Cachorros obesos devem continuar recebendo sua porção habitual de ração.
Higienização – Para garantir a saúde dos cães durante o inverno, também é importante reduzir a frequência dos banhos, que podem passar de semanais para quinzenais, sempre feitos no horário mais quente do dia: das 11h às 15h. “Secar o animal com o auxílio de um secador de cabelos morno; não sair com o cão logo após o banho, para evitar choques de temperatura; manter os pelos dos animais mais longos nesta fase do ano e evitar definitivamente os banhos em dias muito frios, são dicas importantes para não colocar a saúde dos animais em risco”, ensina a médica veterinária.
E se o sol sair, não pense duas vezes e leve seu cão para um passeio, só que em horários seguros: antes das 10h ou após às 16h!
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Por Débora Carvalho Meldau
A babesiose canina é uma doença causada por um protozoário do gênero Babesia, espécie B. canis e tem distribuição mundial. Nos dias de hoje, sabemos que existem três tipos subespécies desta babesia:
- B. canis canis, transmitida pelo carrapato Dermacentor reticulatus;
- B. canis vogeli, transmitida pelo Rhipicephalus sanguineus;
- B. canis rossi, encontrada no sul da África e transmitida pelo Haemaphysalis leachi.
Transmissão
Este protozoário é transmitido através da picada de um carrapato infectado, junto às secreções salivares destes artrópodes. Ao entrarem na corrente sanguínea dos cães parasitam os glóbulos vermelhos (eritrócitos ou hemácias) do sangue multiplicam-se e, devido à falta de espaço dentro dos glóbulos, eles acabam rompendo (momento em que ocorre a febre) e as babesias procuram novos eritrócitos para parasitarem.Sintomas
Devido à grande destruição das células vermelhas do sangue, o animal irá apresentar anemia, podendo também apresentar problemas na coagulação sanguínea. Outros sinais clínicos observados em cães afetados são: febre, letargia, perda de apetite, depressão, icterícia ou palidez nas mucosas (comum em animais anêmicos).Diagnóstico
O diagnóstico é feito através de uma boa anamnese, observando os sintomas, vendo se há ou se houve uma infestação por carrapatos no animal em questão e também através de exames laboratoriais, como o esfregaço sanguíneo que detectam a presença do parasita.Tratamento
Ultimamente, o tratamento tem sido feito com o uso de derivados de diamidas e imidocarb. Pode também ser feito o tratamento profilático em animais que irão viajar para áreas endêmicas, ou que vivem nelas, com o uso do imodocarb e doxiciclina.Prevenção
O principal método de prevenção é o combate ao vetor da babesia, o carrapato, com o uso de carrapaticidas nos animais e no ambiente.quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Hoje eu chorei pela Meg pitbull
A tendência à idolatria é milenar. Desde que o homem aprendeu a temer a morte que a figura do médico, visto como alguém capaz de transferi-la, assumiu compreensíveis ares de divindade.
A massificação do atendimento, a substituição da livre escolha pelo nominata dos credenciados e a ruptura do vínculo pessoal pelo biombo institucional quebraram muito do encanto místico do médico antigo, que acalmava pela palavra e curava pela presença. Mesmo assim, deturpações à parte, sempre haverá lugar para o afago carinhoso, a palavra generosa e o agradecimento inesquecível.
Algumas vezes, somos surpreendidos ao descobrir que nada aproxima mais as pessoas do que a equiparação de afetos e sentimentos.
Numa manhã marcada pelo sofrimento, saí da terapia intensiva depois de constatar a morte encefálica de um menino de 10 anos que fora trazido ao hospital em coma, depois de ter caído de uma construção. Em 36 horas, ele foi operado três vezes para tratar de uma ruptura de traquéia e brônquios, além de uma lesão no baço. Tinham sido 11 dias de angústia acompanhando o sofrimento da família e o desespero incontido da mãe, incansável em acalentar aquela carinha linda com imensos cílios virados, que povoou a muitas das minhas madrugadas depois que tudo terminou.
Massacrado pela sensação de perda, recebi da minha secretária a informação de que nove pessoas me aguardavam no consultório. Consciente de que não tinha condições de atender ninguém, tive um impulso e pedi que todos passassem à minha sala. Diante da surpresa deles- chocados com a perspectiva de uma consulta coletiva-, contei o que tinha acontecido. Perguntei se alguém necessitava de uma consulta urgente, e eu trataria de encaminhá-lo a algum colega. Se não, gostaria muito que voltassem todos, no dia seguinte.
Quando confessei que não tinha condições de atendê-los porque precisava sair urgentemente do hospital para chorar, houve uma comoção naquela sala. Os nove desconhecidos se tocaram, movidos por um misto de consternação e solidariedade. No dia seguinte, quando retornaram, havia entre eles a clara preocupação de checar se algum insensível pudesse ter fraudado a reação solidária do grupo. Mas não. Todos compareceram. E mais do que isso: durante anos, alguns daqueles nove pacientes fizeram consultas desnecessárias comigo para relembrar aquele episódio que marcara tanto a vida deles quanto a minha.
Passados 30 anos do episódio, ainda me impressiona reconhecer que aquela comoção nascera de uma simples confissão de que i médico, como qualquer ser humano, muitas vezes, não consegue prosseguir sem uma pausa. Nem que seja para chorar.
José J. Camargo
Esse texto me foi entregue pela minha grande amiga Caroline num exato momento em que precisei parar tudo para chorar e depois poder recomeçar.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A piometra é uma doença causada por uma infecção bacteriana dentro do útero de cadelas e gatas. Ocorre geralmente durante o diestro, fase do ciclo ovariano dominada pelo hormônio progesterona. A progesterona é o hormônio feminino que atua para manter a prenhez, e portando todas as cadelas normais estão naturalmente expostas a concentrações altas de progesterona 9-12 semanas após o estro ("cio"). Tal hormônio mantém o crescimento endometrial e a secreção glandular e ao mesmo tempo suprime a atividade do miométrio permitindo acúmulo de secreções glandulares uterinas, tais secreções proporcionam um excelente ambiente para o crescimento bacteriano. As infecções bacterianas associadas a piometra são causadas por bactérias normais da vagina.
Portanto a piometra resulta da combinação da fase ovariana (progesterona) do ciclo estral com um endométrio anormal que permite um crescimento excessivo de bactérias que normalmente não estão presentes no útero.
Uma incidência aumentada de piometra está associada com a administração de estrógeno para evitar gravidez indesejadas, e por isso seu uso é contra-indicado. A administração de progesterona as gatas também pode desencadear piometra. Nenhum veterinário indica o uso de anticoncepcionais em cadelas e gatas.
Os sinais clínicos da piometra inclui corrimento vaginal, perda de apetite de parcial a completa, febre, letargia, perda de peso, aumento de volume abdominal, animal com aspecto descuidado, vômito, diarréia, aumento no consumo de água e quantidade de urina, apatia.
O diagnóstico da piometra é feito baseado na história, sinais clínicos e resultados de exames.
O tratamento da piometra deve ser imediato pois pode causar a morte do animal. O tratamento indicado é a ovariohisterectomia terapêutica(remoção de útero e ovários)
O método mais seguro de prevenir piometra, é através da ovariohisterectomia eletiva ou castração, principalmente no animal jovem. Pois assim o útero ainda não foi exposto a ação hormonal, e a remoção de ovários e útero evitará exposição futura, além de não utilizar medicação hormonal para evitar cios e gestação em cadelas e gatas não castradas.
A castração sendo realizada antes do primeiro cio do animal reduzirá em 90% aproximadamente a chance de tumor de mama.
sábado, 14 de maio de 2011
O Microsporum canis é o fungo que acomete cães e gatos com mais freqüência. A sua transmissão ocorre pelo contato de pêlos e escamas infectadas ou de fungos presentes nos animais, ambiente, escovas, pentes, etc. Animais jovens, idosos e com deficiência imunológica são acometidos com mais freqüência. Os gatos podem ser portadores desses fungos e não apresentar sintomas. Nesse caso podem ser fontes de infecção para outros animais ou até para o homem.
As lesões normalmente são circulares, com queda de pêlos, inflamação e descamação. Pode ou não haver coceira. Entretanto, as lesões podem se apresentar de formas diversas, tornando o diagnóstico clínico muito difícil. Por isso, é necessária a realização de um tricograma (exame dos pêlos no microscópio) e de cultura fúngica.
Em cães, as lesões solitárias podem ser tratadas com medicamentos tópicos. Se o animal apresentar diversos focos de lesão é preciso entrar com medicamentos orais. Os gatos devem sempre ser tratados com medicamentos orais. Se um gato não apresentar sintomas e outro animal, do mesmo ambiente, for diagnosticado com esse fungo, ambos deverão ser tratados.
É muito importante o tratamento do ambiente, pois os esporos podem ficar na região e recontaminar o animal. Animais com pêlos longos devem ser tosados para que o tratamento tenha sucesso. Essa doença pode ser transmitida para o homem, e nesse caso é aconselhável procurar um médico para indicar o melhor tratamento.
O Microsporum canis é o fungo que acomete cães e gatos com mais freqüência. A sua transmissão ocorre pelo contato de pêlos e escamas infectadas ou de fungos presentes nos animais, ambiente, escovas, pentes, etc. Animais jovens, idosos e com deficiência imunológica são acometidos com mais freqüência. Os gatos podem ser portadores desses fungos e não apresentar sintomas. Nesse caso podem ser fontes de infecção para outros animais ou até para o homem.
As lesões normalmente são circulares, com queda de pêlos, inflamação e descamação. Pode ou não haver coceira. Entretanto, as lesões podem se apresentar de formas diversas, tornando o diagnóstico clínico muito difícil. Por isso, é necessária a realização de um tricograma (exame dos pêlos no microscópio) e de cultura fúngica.
Em cães, as lesões solitárias podem ser tratadas com medicamentos tópicos. Se o animal apresentar diversos focos de lesão é preciso entrar com medicamentos orais. Os gatos devem sempre ser tratados com medicamentos orais. Se um gato não apresentar sintomas e outro animal, do mesmo ambiente, for diagnosticado com esse fungo, ambos deverão ser tratados.
É muito importante o tratamento do ambiente, pois os esporos podem ficar na região e recontaminar o animal. Animais com pêlos longos devem ser tosados para que o tratamento tenha sucesso. Essa doença pode ser transmitida para o homem, e nesse caso é aconselhável procurar um médico para indicar o melhor tratamento.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Traqueobronquite Infecciosa Canina
Traqueobronquite infecciosa e uma enfermidade de cães que ataca o sistema respiratório dos animais produzindo crises de tosse deixando os proprietários com a impressão de que estão com algo trancado na garganta.
Trata-se de uma doença que aparece sem avisar não proporcionando ao proprietário indicio nenhum do problema antes dele se instalar. Pode atingir animais de diferentes faixas de idade, tendo como característica episódios de tosse associados a dificuldade respiratória em menor ou maior intensidade.
Os agentes causadores desta doença são:
Adenovirus tipo 2
Parainfluenza vírus
Bordetela bronchiseptica
Os animais mais susceptíveis a Tosse dos Canis são os filhotes recém desmamados, dentre os adultos os debilitados pôr outras doenças, como verminoses, submetidos a STRESS viagens longas confinamentos em clinicas, hotéis, caixas em exposições, alimentações inadequadas, anemias etc...
A doença e altamente transmissível pôr aerossóis (pequenas gotas eliminadas pêlos espirros) e os animais apresentam os primeiros sintomas entre 3 a 10 dias após a infecção podendo persistir com os sintomas 3 a 4 semanas.
O principal é a prevenção com vacinas importadas que somente podem ser feitas em veterinários.



































