segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

VACINE SEU CÃO OU GATO E GANHE UM PAR DE CHINELOS DA VETCENTER, OS CÃES QUE FICAREM HOSPEDADOS TAMBÉM GANHARÃO OS CHINELOS MAIS COBIÇADOS DE GRAVATAÍ.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Venha conhecer a VetCenter, os cães ficam hospedados em canis de diversos tamanhos, possui cuidadores que brincam e levam os cães para passear. As camas individuais e potes de alumínio garantem maior conforto para nossos amigos. Pelas fotos abaixo vocês podem ter uma noção da VetCenter, mas o melhor é vir conhecer!!!
Hoje dia 15 de dezembro será a FESTA DE NATAL HERCOSUL!!!!
Dia 22 de dezembro será a FESTA DE NATAL PREMIER!!!!

VENHAMMM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! SERÃO MUITOS BRINDES E PETISCOS DISTRIBUÍDOS!!!!!!!!!!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Faça sua reserva para hospedagem para Natal e Ano Novo na Vetcenter, onde os cães ficam em confortáveis canis dentro da clínica e os gatos ficam e gostosas gaiolas espaçosas, todos com caminha, pratinhos e muito carinho. Oferecemos ração Golden da Premier e TreeDogs já incluídos na diária, se o seu amigo comer alguma ração diferente você pode trazer e informar como é acostumado que seguimos à risca a rotina do seu mascote. Os cães fazem 4 passeios diários nos pátios da Clínica, sempre com brincadeiras e supervisionados pelos funcionários. A Vetcenter Clínica Veterinária conta com funcionários 24 horas e 2 veterinárias que são acionadas em caso de necessidade. RESERVAS PELO TELEFONE: 30432238- 41081060

Natal e Ano Novo





Época de comemorar, de festejar, de abusar das comidas deliciosas, mas lembre-se os cães e gatos não podem comer nem beber o mesmo que os humanos, por isso evite oferecer comidas temperadas, peru, maionese, champanhe, cerveja, etc ao seu mascote. Além de causar transtornos digestivos ao bichano, esses alimentos podem causar problemas mais graves, como alterações hepáticas e renais.






 Muito cuidado também com os enfeites de natal, alguns cães podem brincar e acabar engolindo e causando "corpo estranho", as vezes sendo necessária até intervenção cirúrgica.


Não podemos esquecer dos fogos de artifício, os animais possuem ouvidos mais sensíveis que os dos humanos, por isso "morrem de medo" de fogos de artifícios. Faça sua festa, aproveite mas não solte fogos, os cães e gatos agradecem!!!!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Intoxicação por chocolate

INTOXICAÇÃO POR CHOCOLATE EM CÃES
Sempre que chegam épocas festivas como Natal, Reveillon e Páscoa, sem contar os aniversários e outros temas afins, nós, Médicos-veterinários alertamos nossos clientes que eles devem evitar dar guloseimas dessas festas para seus cães ou gatos.
Na época da Páscoa, onde “brota” chocolate por todo canto, é a fase crítica para intoxicação por chocolate em cães!! Chocolate não faz bem à cães. É muito perigoso e pode levar ao coma e até mesmo à morte.
O chocolate tem em sua composição uma substância chamada Teobromina (encontrada no cacau), que são rapidamente absorvidas após ingestão oral e são estimulantes poderosos do sistema nervoso central e do coração. A Teobromina provoca um intenso aumento no trabalho muscular cardíaco associado à uma grande estimulação do cérebro, ocasionando arritmias cardíacas graves em cães.
A concentração dessa substância no chocolate pode ser de 3 a 10 vezes maior do que na cafeína, por exemplo e a quantidade dela para intoxicar gravemente um cão é calculada em torno de 100 a 200 mg/kg. Porém, há relatos de sintomas de intoxicação, como vômitos e diarréia, com ingestão de apenas 20mg/kg; e também há relatos de sintomas de efeitos cardiotóxicos com ingestão de 40 a 50 mg/kg de chocolate. Há, ainda, relatos de efeitos drásticos com a ingestão não só de chocolate em barra, mas também de chocolate em pó dissolvido em leite e oferecido à cães.
Geralmente, os efeitos clínicos dessa intoxicação são percebidos entre 6 a 12 horas após a ingestão do chocolate. Os sintomas iniciais são: aumento da ingestão de água, vômito, diarréia, dilatação abdominal e inquietação (incômodo, agitação). O quadro pode evoluir para hiperatividade, aumento do volume urinário, ataxia, tremores e estado de apreensão. E, mais fatidicamente, aumento da frequência dos batimentos cardíacos (taquicardia), aumento dos movimentos respiratórios (taquipnéia), azulamento das mucosas (cianose – falta de oxigenação nos tecidos), hipertensão, aumento da temperatura corpórea e o quadro pode, enfim, evoluir para hipotensão, queda da temperatura corpórea, coma e morte.
Ainda há o fato de que, como o chocolate possui grande quantidade de gordura, o pâncreas também sofre importantes danos.
O tratamento é difícil, objetivando a estabilização das funções vitais do organismo de acordo com a sintomatologia que está ocorrendo.
Bom, como os casos de ingestão de chocolate podem ocasionar fins drásticos, o melhor é evitar que seu cão coma chocolate. E essa dica não está restrita apenas à época da Páscoa, mas à todos os dias do ano.
*ROGÉRIO CALÇADO MARTINS – médico-veterinário – CRMV/MG 5492

quarta-feira, 18 de julho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

CINOMOSE


Enfermidade infecto contagiosa, que afeta só os cães entre os animais domésticos. Causada por um vírus, sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido; muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns. Não escolhe sexo ou raça, nem a época do ano. Ocorre mais em jovens, mas animais idosos também podem se contaminar se não vacinados.
Se infectam (contaminam) por contato direto ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado. Essa transmissão é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam perto. Inclusive, se tiver um ser humano por perto, o vírus pode ser carregado até um animal sadio por ele.
O animal pode se contaminar pela via respiratória ou por via digestiva, por contato direto ou fômites (pode ser um objeto ou um ser humano, por exemplo, que carregam o vírus na roupa, nos sapatos) , água e alimentos contaminados por secreções de cães doentes.
Após o animal ser infectado, ocorre o período de incubação do vírus (digamos que seja o período que ocorre entre o vírus entrar no corpo e o corpo começar a manifestar os sintomas da doença) por 3 a 6 dias , ou até 15 dias, e depois disso a temperatura pode chegar a 41ºC, haver perda de apetite, corrimento ocular e nasal . Este estado dura mais ou menos 1 a 2 dias. Depois se segue um período de 2 a 3 dias, as vezes meses, em que parece que tudo volta ao normal. Depois disso pode ser que apareçam os sinais e sintomas típicos da cinomose.
Pode haver sintomas digestivos (diarréia e vômito), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos ( tiques nervosos, convulsões, paralisias, etc) ou haver associação deles.
O animal pode morrer tendo desenvolvido só uma das fases da doença ou sobreviver desenvolvendo todas, podem desenvolver cada tipo de sintoma aos poucos ou todos juntos.
Normalmente os primeiros sintomas da 2º fase são febre , falta de apetite, vômitos, diarréia, dificuldade para respirar. Depois conjuntivite com secreção , corrimento nasal, com crostas no focinho, e pneumonia. Pode se seguir por 1 a 2 semanas e daí aparecerem os sintomas nervosos, tiques nervosos, depois sintomas de lesões no cérebro e medula espinhal. Em uns, por inflamação no cérebro, os animais ficam agressivos, não conseguem as vezes reconhecer seu dono, ou em outros, ocorre paralisia dos músculos da face em que o animal não consegue abrir a boca nem para tomar água, apatia profunda; por lesões no cérebro e na medula espinhal, andar cambaleante, paralisia no quarto posterior ('descadeirado'). Dificilmente os sintomas são estacionários (vão piorando sempre, de maneira lenta ou rápida).
É de difícil tratamento, dependendo quase exclusivamente do cão sua sobrevivência ou não. Digo quase exclusivamente, porque o veterinário pode ajudar eliminando coisas que podem atrapalhar sua "guerra" com a doença, como as infecções que ele pode ter por fraqueza, aconselhar a alimentação correta, receitar medicamentos que ajudem a combater as inflamações no cérebro, receitar uma medicação que tente aumentar sua resistência, etc.
Sua evolução é imprevisível, ou seja, quando o cão adoece, não há como saber se ele vai se salvar ou não, ou se a morte vai ser rápida ou lenta.
A melhor solução ainda é a prevenção, ou seja, vacinar corretamente.


Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Médica Veterinária Homeopata - São Paulo
Proteja seu cachorro no inverno


Apesar do inverno ainda não ter começado, o outono já está apresentando temperaturas mais baixas no sul e no sudeste do país há alguns dias, forçando as pessoas a tirarem da parte mais alta dos armários, os cobertores, casacos e cachecóis.

Há as pessoas que gostam e há as que se sentem incomodadas com o período mais frio do ano. O mesmo acontece com os animais de estimação, já que algumas espécies estão mais adaptadas ao inverno que outras. E assim como ocorre com os seres humanos, os pets também ficam mais vulneráveis a algumas doenças.

De acordo com a médica veterinária do Mascote Pet Shop, Drª Ana Flávia Ferreira, o período outono/inverno exige alguns cuidados para garantir a saúde dos animais de estimação. “A primeira medida é impedir que os pets fiquem expostos ao frio, o que evitará o aparecimento de doenças. A alimentação e a higienização também pedem atenção especial”, alerta.

Abrigando seu pet – A exposição ao frio é altamente prejudicial aos animais de estimação, principalmente os de pelo curto; pois são poucas as espécies de cães preparadas para resistir a temperaturas muito baixas, como São Bernardo, Akita, Husky Siberiano e Bernesse.

Para os animais que dormem fora de casa, no quintal, os proprietários devem adotar o uso de casinhas (que podem ser de madeira, plástico ou papel reciclado), que posicionadas de maneira oposta às correntes de ar, protegem muito do frio. Já os animais que dormem dentro de casa, podem ser acomodados em caminhas. Nos dois casos, o uso de colchonetes e de edredons disponíveis no mercado pet, são boas opções para aumentar a proteção e o aconchego dos bichos.

Roupas para cães – Não são meros caprichos dos proprietários e ajudam muito no aquecimento dos animais. Atualmente, as lojas especializadas oferecem uma infinidade de modelos confeccionados em moletom, soft, lã e algodão; mas a veterinária destaca: “há casos de animais que não se adaptam às roupas de lã ou de tecidos sintéticos, desenvolvendo coceiras ou manchas vermelhas pelo corpo. Nestas situações, o ideal é que o proprietário troque a roupa por uma de algodão ou soft, que causam menos irritação”.

Doenças comuns no inverno – Cães e gatos que estão com as vacinas em dia correm menos risco de ficar doentes.

No caso dos cães, as doenças mais comuns nessa época do ano são as viroses, como a traqueobronquite ou “tosse dos canis”, cujos sintomas lembram muito o resfriado humano, como febre, apatia, tosse, coriza e espirros.

Se não cuidadas, a doença pode evoluir para quadros mais graves, com infecções secundárias provocadas por bactérias, como a pneumonia. “Além das doenças respiratórias, animais idosos também podem apresentar sintomas osteoarticulares em função do frio, principalmente se já sofrem de artrose ou hérnia de disco, que provocam mais dores nesse período do ano”, explica Drª Ana Flávia Ferreira.

Alimentação – O ideal é aumentar em cerca de 20% a porção de alimento durante o inverno, pois o gasto energético é maior, tanto dos animais adultos, quanto dos filhotes. É válido lembrar que esse aumento só é indicado para animais que estão em forma. Veja aqui a quantidade ideal de ração para seu cão. Cachorros obesos devem continuar recebendo sua porção habitual de ração.

Higienização – Para garantir a saúde dos cães durante o inverno, também é importante reduzir a frequência dos banhos, que podem passar de semanais para quinzenais, sempre feitos no horário mais quente do dia: das 11h às 15h. “Secar o animal com o auxílio de um secador de cabelos morno; não sair com o cão logo após o banho, para evitar choques de temperatura; manter os pelos dos animais mais longos nesta fase do ano e evitar definitivamente os banhos em dias muito frios, são dicas importantes para não colocar a saúde dos animais em risco”, ensina a médica veterinária.

E se o sol sair, não pense duas vezes e leve seu cão para um passeio, só que em horários seguros: antes das 10h ou após às 16h!

http://www.tudosobrecachorros.com.br/2012/05/proteja-seu-cachorro-no-inverno.htm

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Babésia ou Doença do Carrapato

 Por Débora Carvalho Meldau

A babesiose canina é uma doença causada por um protozoário do gênero Babesia, espécie B. canis e tem distribuição mundial. Nos dias de hoje, sabemos que existem três tipos subespécies desta babesia:
  • B. canis canis,  transmitida pelo carrapato Dermacentor reticulatus;
  • B. canis vogeli, transmitida pelo Rhipicephalus sanguineus;
  • B. canis rossi, encontrada no sul da África e transmitida pelo Haemaphysalis leachi.
Babesia canis em uma célula vermelha.

No Brasil, o carrapato transmissor da B. canis é o Rhipicephalus sanguineus e, até os dias de hoje, não há relatos de estudos sobre a subespécie desta babesia.

Transmissão

Este protozoário é transmitido através da picada de um carrapato infectado, junto às secreções salivares destes artrópodes. Ao entrarem na corrente sanguínea dos cães parasitam os glóbulos vermelhos (eritrócitos ou hemácias) do sangue multiplicam-se e, devido à falta de espaço dentro dos glóbulos, eles acabam rompendo (momento em que ocorre a febre) e as babesias procuram novos eritrócitos para parasitarem.

Sintomas

Devido à grande destruição das células vermelhas do sangue, o animal irá apresentar anemia, podendo também apresentar problemas na coagulação sanguínea. Outros sinais clínicos observados em cães afetados são: febre, letargia, perda de apetite, depressão, icterícia ou palidez nas mucosas (comum em animais anêmicos).

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através de uma boa anamnese, observando os sintomas, vendo se há ou se houve uma infestação por carrapatos no animal em questão e também através de exames laboratoriais, como o esfregaço sanguíneo que detectam a presença do parasita.

Tratamento

Ultimamente, o tratamento tem sido feito com o uso de derivados de diamidas e imidocarb. Pode também ser feito o tratamento profilático em animais que irão viajar para áreas endêmicas, ou que vivem nelas, com o uso do imodocarb e doxiciclina.

Prevenção

O principal método de prevenção é o combate ao vetor da babesia, o carrapato, com o uso de carrapaticidas nos animais e no ambiente.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Hoje eu chorei pela Meg pitbull

Uma pausa indispensável

A tendência à idolatria é milenar. Desde que o homem aprendeu a temer a morte que a figura do médico, visto como alguém capaz de transferi-la, assumiu compreensíveis ares de divindade.
A massificação do atendimento, a substituição da livre escolha pelo nominata dos credenciados e a ruptura do vínculo pessoal pelo biombo institucional quebraram muito do encanto místico do médico antigo, que acalmava pela palavra e curava pela presença. Mesmo assim, deturpações à parte, sempre haverá lugar para o afago carinhoso, a palavra generosa e o agradecimento inesquecível.
Algumas vezes, somos surpreendidos ao descobrir que nada aproxima mais as pessoas do que a equiparação de afetos e sentimentos.
Numa manhã marcada pelo sofrimento, saí da terapia intensiva depois de constatar a morte encefálica de um menino de 10 anos que fora trazido ao hospital em coma, depois de ter caído de uma construção. Em 36 horas, ele foi operado três vezes para tratar de uma ruptura de traquéia e brônquios, além de uma lesão no baço. Tinham sido 11 dias de angústia acompanhando o sofrimento da família e o desespero incontido da mãe, incansável em acalentar aquela carinha linda com imensos cílios virados, que povoou a muitas das minhas madrugadas depois que tudo terminou.
Massacrado pela sensação de perda, recebi da minha secretária a informação de que nove pessoas me aguardavam no consultório. Consciente de que não tinha condições de atender ninguém, tive um impulso e pedi que todos passassem à minha sala. Diante da surpresa deles- chocados com a perspectiva de uma consulta coletiva-, contei o que tinha acontecido. Perguntei se alguém necessitava de uma consulta urgente, e eu trataria de encaminhá-lo a algum colega. Se não, gostaria muito que voltassem todos, no dia seguinte.
Quando confessei que não tinha condições de atendê-los porque precisava sair urgentemente do hospital para chorar, houve uma comoção naquela sala. Os nove desconhecidos se tocaram, movidos por um misto de consternação e solidariedade. No dia seguinte, quando retornaram, havia entre eles a clara preocupação de checar se algum insensível pudesse ter fraudado a reação solidária do grupo. Mas não. Todos compareceram. E mais do que isso: durante anos, alguns daqueles nove pacientes fizeram consultas desnecessárias comigo para relembrar aquele episódio que marcara tanto a vida deles quanto a minha.
Passados 30 anos do episódio, ainda me impressiona reconhecer que aquela comoção nascera de uma simples confissão de que i médico, como qualquer ser humano, muitas vezes, não consegue prosseguir sem uma pausa. Nem que seja para chorar.
José J. Camargo
Esse texto me foi entregue pela minha grande amiga Caroline num exato momento em que precisei parar tudo para chorar e depois poder recomeçar.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A piometra é uma doença causada por uma infecção bacteriana dentro do útero de cadelas e gatas. Ocorre geralmente durante o diestro, fase do ciclo ovariano dominada pelo hormônio progesterona. A progesterona é o hormônio feminino que atua para manter a prenhez, e portando todas as cadelas normais estão naturalmente expostas a concentrações altas de progesterona 9-12 semanas após o estro ("cio"). Tal hormônio mantém o crescimento endometrial e a secreção glandular e ao mesmo tempo suprime a atividade do miométrio permitindo acúmulo de secreções glandulares uterinas, tais secreções proporcionam um excelente ambiente para o crescimento bacteriano. As infecções bacterianas associadas a piometra são causadas por bactérias normais da vagina.

Portanto a piometra resulta da combinação da fase ovariana (progesterona) do ciclo estral com um endométrio anormal que permite um crescimento excessivo de bactérias que normalmente não estão presentes no útero.

Uma incidência aumentada de piometra está associada com a administração de estrógeno para evitar gravidez indesejadas, e por isso seu uso é contra-indicado. A administração de progesterona as gatas também pode desencadear piometra. Nenhum veterinário indica o uso de anticoncepcionais em cadelas e gatas.

Os sinais clínicos da piometra inclui corrimento vaginal, perda de apetite de parcial a completa, febre, letargia, perda de peso, aumento de volume abdominal, animal com aspecto descuidado, vômito, diarréia, aumento no consumo de água e quantidade de urina, apatia.

O diagnóstico da piometra é feito baseado na história, sinais clínicos e resultados de exames.

O tratamento da piometra deve ser imediato pois pode causar a morte do animal. O tratamento indicado é a ovariohisterectomia terapêutica(remoção de útero e ovários)

O método mais seguro de prevenir piometra, é através da ovariohisterectomia eletiva ou castração, principalmente no animal jovem. Pois assim o útero ainda não foi exposto a ação hormonal, e a remoção de ovários e útero evitará exposição futura, além de não utilizar medicação hormonal para evitar cios e gestação em cadelas e gatas não castradas.

A castração sendo realizada antes do primeiro cio do animal reduzirá em 90% aproximadamente a chance de tumor de mama.

sábado, 14 de maio de 2011

Lesões Fúngicas

O Microsporum canis é o fungo que acomete cães e gatos com mais freqüência. A sua transmissão ocorre pelo contato de pêlos e escamas infectadas ou de fungos presentes nos animais, ambiente, escovas, pentes, etc. Animais jovens, idosos e com deficiência imunológica são acometidos com mais freqüência. Os gatos podem ser portadores desses fungos e não apresentar sintomas. Nesse caso podem ser fontes de infecção para outros animais ou até para o homem.

As lesões normalmente são circulares, com queda de pêlos, inflamação e descamação. Pode ou não haver coceira. Entretanto, as lesões podem se apresentar de formas diversas, tornando o diagnóstico clínico muito difícil. Por isso, é necessária a realização de um tricograma (exame dos pêlos no microscópio) e de cultura fúngica.

Em cães, as lesões solitárias podem ser tratadas com medicamentos tópicos. Se o animal apresentar diversos focos de lesão é preciso entrar com medicamentos orais. Os gatos devem sempre ser tratados com medicamentos orais. Se um gato não apresentar sintomas e outro animal, do mesmo ambiente, for diagnosticado com esse fungo, ambos deverão ser tratados.

É muito importante o tratamento do ambiente, pois os esporos podem ficar na região e recontaminar o animal. Animais com pêlos longos devem ser tosados para que o tratamento tenha sucesso. Essa doença pode ser transmitida para o homem, e nesse caso é aconselhável procurar um médico para indicar o melhor tratamento.

O Microsporum canis é o fungo que acomete cães e gatos com mais freqüência. A sua transmissão ocorre pelo contato de pêlos e escamas infectadas ou de fungos presentes nos animais, ambiente, escovas, pentes, etc. Animais jovens, idosos e com deficiência imunológica são acometidos com mais freqüência. Os gatos podem ser portadores desses fungos e não apresentar sintomas. Nesse caso podem ser fontes de infecção para outros animais ou até para o homem.

As lesões normalmente são circulares, com queda de pêlos, inflamação e descamação. Pode ou não haver coceira. Entretanto, as lesões podem se apresentar de formas diversas, tornando o diagnóstico clínico muito difícil. Por isso, é necessária a realização de um tricograma (exame dos pêlos no microscópio) e de cultura fúngica.

Em cães, as lesões solitárias podem ser tratadas com medicamentos tópicos. Se o animal apresentar diversos focos de lesão é preciso entrar com medicamentos orais. Os gatos devem sempre ser tratados com medicamentos orais. Se um gato não apresentar sintomas e outro animal, do mesmo ambiente, for diagnosticado com esse fungo, ambos deverão ser tratados.

É muito importante o tratamento do ambiente, pois os esporos podem ficar na região e recontaminar o animal. Animais com pêlos longos devem ser tosados para que o tratamento tenha sucesso. Essa doença pode ser transmitida para o homem, e nesse caso é aconselhável procurar um médico para indicar o melhor tratamento.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Tosse dos Canis
Traqueobronquite Infecciosa Canina

Traqueobronquite infecciosa e uma enfermidade de cães que ataca o sistema respiratório dos animais produzindo crises de tosse deixando os proprietários com a impressão de que estão com algo trancado na garganta.

Trata-se de uma doença que aparece sem avisar não proporcionando ao proprietário indicio nenhum do problema antes dele se instalar. Pode atingir animais de diferentes faixas de idade, tendo como característica episódios de tosse associados a dificuldade respiratória em menor ou maior intensidade.

Os agentes causadores desta doença são:
Adenovirus tipo 2
Parainfluenza vírus
Bordetela bronchiseptica

Os animais mais susceptíveis a Tosse dos Canis são os filhotes recém desmamados, dentre os adultos os debilitados pôr outras doenças, como verminoses, submetidos a STRESS viagens longas confinamentos em clinicas, hotéis, caixas em exposições, alimentações inadequadas, anemias etc...

A doença e altamente transmissível pôr aerossóis (pequenas gotas eliminadas pêlos espirros) e os animais apresentam os primeiros sintomas entre 3 a 10 dias após a infecção podendo persistir com os sintomas 3 a 4 semanas.

O principal é a prevenção com vacinas importadas que somente podem ser feitas em veterinários.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A VetCenter Clínica Veterinária foi inaugurada em 13 de janeiro de 2009. Dentre os serviços prestados estão banho e tosa realizado pelo experiente Gelson Salazar e auxiliares,com experiência de 14 anos em embelezamento animal. A Clínica Veterinária é comandada pela médica veterinária Audrey Thomé que é graduada pela UFRGS e pós- graduada e residência médica veterinária pela ULBRA. Trabalha há 12 anos no ramo de Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais. Ainda conta com funcionários capacitados na recepção e atendimento aos animais internados e hospedados. Também possui pet shop, internação,sala de cirurgia com oxigênioterapia, hospedagem.


Aumentando a equipe..............

sexta-feira, 21 de maio de 2010